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Mi Buenos Aires Querido| Argentina | Infra-estrutura
Comunicações
 

Telecomunicações
O serviço de telecomunicações foi privatizado em 1990. As principais companhias que atuam nesse mercado são a espanhola Telefónica, a ítalo-francesa Telecom, e em menor medida a mexicana Telmex. Ao final de 2004, havia 8,3 milhões de linhas telefônicas instaladas, numa proporção de 23 linhas para cada grupo de 100 habitantes. No que se refere a celulares, existem 17,7 milhões de clientes em serviço e 3 empresas prestadoras: Movistar (Telefónica), Personal (Telecom) e CTI-Móvil.

Serviço Postal
O serviço postal, que cobre todo o país, é de propriedade privada. O principal expoente do setor é o Correo Argentino, seguido por OCA e Andreani. O total de correspondência despachada, agrupadas todas as companhias postais, alcança cerca de 800 milhões de unidades anuais.

Jornais
Circulam na Argentina mais de 200 jornais, sendo que os principais são publicados em Buenos Aires: La Nación e Clarín. Entre as publicações especializadas em economia e negócios se destacam Ambito Financiero e El Cronista. As capitais das províncias e outras cidades importantes têm jornais com acentuada influência local.

Rádio e TV
A Argentina conta com quase 1500 estações de rádio sendo 260 AMs, aproximadamente 1150 FMs (muitas delas sem licença) e 6 de onda curta. As principais emissoras AM são: Radio 10, Mitre, Del Plata e America. Com os canais de televisão a situação é parecida à dos jornais, já que a difusão se concentra em Buenos Aires. Os principais são: Canal 13, America, Telefe, Canal 9 e Canal 7, sendo este último de propriedade estatal e o único de alcance totalmente nacional. Na TV a cabo há ainda importantes canais de notícias, como o emblemático Crónica TV. Segundo dados de 2001, a grande maioria dos lares possui televisão e 54% conta com TV a cabo, a penetração mais alta da América Latina. Os principais provedores são: Cablevisión, Multicanal (Grupo Clarín), DirecTV, Telecentro.

Informática

No final de 2002, a Argentina contava com 3,8 milhões de computadores, dos quais 2,5 milhões eram PCs caseiros (penetração em 25,2% dos lares). Nesse mesmo ano, o número de usuários de Internet era de 4,1 milhões. Os principais provedores são: Arnet (Telecom), Advance (Telefónica) Ciudad Internet (Grupo Clarín), AOL, UOL, Netizen. O código nacional para a internet é .ar e os domínios podem ser registrados gratuitamente.

Transportes

Transporte rodoviário
A rede rodoviária argentina desenvolveu-se substancialmente durante os anos 90. Buenos Aires está ligada, por via terrestre, às principais cidades e regiões do país. A Argentina conta com 37.740 km de rodovias e 600.000 km de estradas municipais.

Das rodovias nacionais, 17 são administradas pela iniciativa privada, remunerada por meio da concessão de pedágios. O transporte rodoviário entre o Brasil e a Argentina, efetuado por empresas de ambos os países, processa-se, principalmente, através da ponte Uruguaiana-Paso de Los Libres. Em 1997, foi inaugurada a ponte São Borja - Santo Tomé, sobre o rio Uruguai. Estima-se em 6,2 milhões o número de veículos que formam o parque automotivo argentino, sendo 4,9 milhões de automóveis, 1,3 milhão de veículos de carga e 40 mil para transporte de passageiros.

Transporte ferroviário
O sistema ferroviário foi privatizado em diversas etapas, que tiveram início, em novembro de 1991, pelas linhas de transporte de carga, e finalizaram em 1995, com o transporte urbano de passageiros. Conta com cerca de 34.500 km de ferrovias, com três bitolas diferentes, e liga Buenos Aires às principais regiões e cidades do país, entre elas os portos de Santa Fe, Rosario e Bahía Blanca. Duas linhas através dos Andes permitem a comunicação com o Chile. Há ainda conexões com o Brasil, o Paraguai e a Bolívia. Em 1998, o consórcio brasileiro integrado pelas companhias Ferrovia Sul Atlântica e Ferrovia Centro Atlântica adquiriu da empresa Indústrias Metalúrgicas Pescarmona suas ações nas companhias de transporte de carga Buenos Aires al Pacífico (BAP) e Ferrocarril Mesopotámico General Urquiza (FMGU), constituindo uma mega rede de 22.000 km que interliga centros industriais do Mercosul e portos da região.

Transporte fluvial
A Argentina conta com cerca de 3.000 km de vias navegáveis. A rede de hidrovias, composta pelos rios da Prata, Paraná, Paraguai e Uruguaié utilizada, principalmente, para o transporte de mercadorias destinadas à região nordeste argentina (Mesopotamia) e para o escoamento da produção agroindustrial por diversos portos privados, nos quais estão sendo realizados, com participação de empresas estrangeiras, importantes investimentos em infra-estrutura portuária, terminais de carga específica, terminais multimodais, etc. Os principais portos fluviais são os de Zárate e Campana.

Transporte marítimo
A maioria dos produtos importados pela Argentina chega ao país por via marítima. No litoral marítimo de 4.000 km, a Argentina conta com portos bem equipados e áreas para armazenagem de carga. Os principais portos são: Buenos Aires, La Plata-Ensenada, Bahía Blanca, Mar del Plata, Quequén-Necochea, Comodoro Rivadavia, Puerto Deseado, Puerto Madryn e Ushuaia. O porto de Buenos Aires é o mais importante, sendo responsável por parcela considerável do intercâmbio comercial argentino (39% da tonelagem comercializada). O transporte marítimo com o Brasil é disciplinado pela Conferência de Frete Brasil-Argentina, que abrange o movimento nos principais portos argentinos e brasileiros.

Transporte aéreo
O Aeroporto Internacional de Ezeiza, a cerca de 35 km do centro de Buenos Aires, é o mais importante do país e dispõe de facilidades para movimentação e armazenagem de carga. A companhia Aerolíneas Argentinas, privatizada em 1990, realiza vôos nacionais e internacionais, inclusive para o Brasil. Existem, também, diversas linhas aéreas domésticas. As companhias brasileiras TAM, VARIG e GOL mantêm freqüências diárias ligando diversas cidades brasileiras - principalmente Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre - à capital argentina. As principais companhias aéreas internacionais utilizam Buenos Aires como destino ou escala em suas rotas.

Fontes: INDEC, Secretaría de Comunicaciones, Embaixada do Brasil em Buenos Aires


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