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A Argentina já teve uma mulher na presidência
antes de Cristina Kirchner. Isso ocorreu em 1974, após a
morte de Perón, quando assumiu sua terceira esposa e então
vice-presidente Isabel Martínez de Perón, também
conhecida como Isabelita. Pouco preparada, ela não pôde
controlar os sucessivos ataques terroristas e abandonou o país
em 1976 por força de um novo golpe militar.
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As Madres de la Plaza de Mayo se reunem em frente à
Casa Rosada todas as quinta-feiras, num ritual que já dura
mais de 30 anos. Nasceu como uma forma desesperada de saber o paradeiro
de seus filhos desaparecidos durante a ditadura militar e continua
até hoje como um clamor de justiça e memória.
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